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16/06/2017 18:33 - Atualizado em 16/06/2017 18:37

Família de Nazaré comemora 25 anos na Diocese de Cruz Alta

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Visando melhorar o relacionamento entre as famílias - marido e mulher, pais e filhos - além de aprimorar a espiritualidade do casal e a sua inserção na comunidade, o movimento Família de Nazaré iniciou suas atividades em 12 de junho 1992. Em comemoração a esta data, uma intensa programação está sendo organizada pelos seus integrantes, marcada para o dia 17 de junho. Uma missa festiva está marcada para as 18h, celebrada pelo Bispo Diocesano, Dom Adelar Baruffi. Após, no clube Arranca, haverá show com o Pe. Ezequiel, seguida de jantar baile, para o qual espera-se a participação de mais de 500 pessoas.

Desde o início deste ano, a família de Nazaré conta com a coordenação de Marilene e Joceli Jappe. Conforme conta o integrante e ex-coordenador do movimento, Adenauer Casali, o movimento, hoje, está instalado nas cidades de Cruz Alta, Boa Vista do Cadeado, Ijuí, Panambi, Pejuçara, Soledade, Fontoura Xavier, Barros Cassal, entre outras.

Nestes 25 anos de existência, já participaram da Família de Nazaré um total de 1200 casais de encontristas. “Acreditamos que todos estes tenham vivenciado momentos de reflexão, de espiritualidade, alegria, pura amizade e entrega, levando para seus lares e sua comunidade uma visão renovada do Cristo e novos conhecimentos e testemunhos de relacionamento familiar”, ressalta.

Segundo Adenauer, é norma do movimento convidar casais que ainda não tenha participado de outros movimentos, dando preferência para os afastados da igreja, como uma forma de resgate. “Nas mais diversas comunidades e paróquias todas as semanas sentimos a participação de casais da Família de Nazaré, que nas liturgias, cursos de batismo, de noivas, catequese, enfim, oferecendo o seu trabalho em prol de sua comunidade”, comenta.

A ajuda mútua e a busca por uma espiritualidade melhor é algo que está presente no movimento. “Mensalmente os integrantes se reúnem para um reencontro no Centro Diocesano. Este ocorre normalmente na segunda terça-feira de cada mês. Há sempre uma palestra sobre um tema previamente escolhido. Juntos confraternizam e debatem o assunto oferecido. Nestes reencontros mensais proporcionamos, também, uma acolhida para as crianças e jovens que com seus pais participam. Em datas previamente marcadas, os reencontros acontecem em outras cidades”.

Por vários anos, o diretor espiritual do movimento foi o Bispo Emérito, Dom Jacó Hilgert. Hoje, o movimento tem sempre o acompanhamento de um diretor espiritual e o apoio irrestrito do Bispo Dom Adelar Baruffi e dos padres da Diocese, os quais prestam sua estimada colaboração participando sempre que solicitados.

Uma experiência para a vida toda

O que era para ser uma participação esporádica, no início meio à contragosto, acabou se tornando uma rica experiência, que será levada para a vida toda. Assim foi para o casal Isabel e Adenauer Casali. Em meados de 1992, quando o movimento Família de Nazaré estava prestes a ser implantado na Diocese, o casal recebeu um convite para participar do encontro Bodas de Canaá, que originou o movimento Família de Nazaré. “Quando recebi o convite pala primeira vez, na hora, não aceitei. Fiquei de pensar. Alguns dias passaram, estava eu na casa de um parente, quando este me fez um re-convite. Naquela mesma semana seria realizado o encontro. Percebi que minha esposa, Isabel estava querendo participar e, então, conversamos e, por ela, concordei. Num primeiro momento, achei tudo muito estranho, achei que não iria me adaptar”, conta ele, que confessa “Até chegou passar pela minha cabeça de “fugir” do lugar. Mas, claro, não o fiz”, brinca. Segundo Adenauer, neste mesmo encontro que passou a entender melhor o que viria a ser o movimento Família de Nazaré. Hoje, sente-se feliz e agradecido por ter tomado a decisão certa. “Realmente é uma experiência apaixonante”. Tanto, que Adenauer e Isabel estão completando 25 anos de participação e, destes, 20 estiveram a frente da coordenação.

Para ele, fazer parte deste grupo ajudou muito na sua vida, assim como percebe que tem feito muito bem à vida de vários outros casais. “Minha esposa e eu nos sentimos muito recompensados em poder ter colaborado com o movimento. Hoje posso dizer que me sinto uma pessoa melhor, que consegue reconhecer o erro, pedir perdão e perdoar”, comenta.


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Fonte: GREICE POZZATO

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